2001 - EP Nem a Morte Cala a Vóz do Guerreiro

by Corubo

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Reissued in 2011.

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released January 1, 2001

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Corubo Minas De Corrales, Uruguay

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Track Name: Livre Para Existir (Matar)
Colônias da morte
serventes do reino da desgraça
não conseguiram me eliminar
fazer esquecer o que sou

Já nasci no inferno
não vivo civilizado
luto nessa vida
me faço livre para isso

Nego domínios
e soberanias
eu sou minha natureza

Já são muitas luas de luta
morte e resistência
só quem segue a si mesmo
entende o outro lado desta guerra

Já nasci no inferno
não vivo para ser civilizado
luto nessa vida
eu sou livre para isso

Nego domínios
eu sou minha natureza.
Selvagem.

Já são muitas luas de luta
morte e resistência
só quem segue a si mesmo
entende o outro lado dessa guerra
Track Name: Sempre Existirá Quem Resista!
Estamos nascendo presos
condenados
entre cercas
entre tratados
tratados, não!
ignorância, dinheiro!
ahhh...
a liberdade morre quando começa o E$tado
não negue a si próprio
negue quem reprime
ahhh
instintos esquecidos
mas!
não perdidos!
liberte sua fúria a quem, condena
destrua os impérios e domínios fascistas

liberte...
liberte-se...

Sempre existira quem resista!
Track Name: Ventos Quentes
ventos quentes, levam a vida
igual a chama que consome o ar

Ventos quentes
ideias que inflamam
incinerando velhas ordens
consumindo a calmaria
são tempos quentes
eterno clima quente
em ações, conflitantes
que queimam angústias
que secam lágrimas da dor

Muitos morrem
desaparecem
levados ao vento
e o que fica é o inferno, quente, mais uma vez...

São palavras de fogo resistentes
que continuam a queimar suas bandeiras!
Track Name: Zombeteiro
Houve um grande espírito Zombeteiro,
que pregava peças e roubava dos fazendeiros para se alimentar, sacanear.
Dizem que gostava de fazer os senhores correr atrás e assim se divertia,
zombando, já que não morria.
A noite podia se escutar as galinhas e porcos gritando.
Logo começava o tiroteio e a gritaria.
O zombeteiro se divertia...
e no arvoredo sumia.